Eu não sei. Simples assim. Digam-me vocês, quais são as tendências? Ou melhor - entretanto, contrapondo minhas próprias ideias - o que é sensato e o que não? Quantos são os sinônimos para que as coisas façam sentido, ou o sentido redundante, que provém da essência adjacente do ser, em sua ontologia metafísica, física, psíquica e imoral, para que nos provoque a epifania comum e cotidiana, da qual nos abstemos a fim de não ter fim algum? Temos a pretensão em pensar, entretanto, sem muitos objetivos e sem muitos sujeitos acrescidos de valor.
Do que se trata mesmo? Simples (assim)?
Consideremos hermeticamente abertas as portas virtuais da Esbórnia Catedrática.
sábado, 20 de março de 2010
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